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Notícia

 

09/04/2019
Part of bridge in the beltway falls on the Moju river in Pará

The Pará Transport Secretariat reported on Monday that it will use a steel cable support system as a way to restore the section of the Moju River bridge that collapsed on Saturday, its pillars hit by a raft. The accident isolated soy producers from the Paragominas pole.

According to the state government, the works will be kept until any victims are located. The region has approximately 340,000 hectares of soybean crops, which depend on this bridge to dispose of the product. According to the president of Associação dos Produtores de Soja do Pará (Aprosoja Pará), Vanderlei Ataídes, the harvest began 10 days ago and the constant rains and lack of the bridge can cause producers to neither harvest grain nor rot in the field.

The state governor, Helder Barbalho, promised to try alternatives as soon as possible, according to Aprosoja, other urgent alternatives are essential, such as ferries so that the soy be drained to the port, thus releasing the warehouses that are already quite crowded. According to the state government, the works will be kept until any victims are located.

Understand the case:

According to the government of Pará, the destroyed section used a system of conventional pillars, with a central span of 80 meters and smaller spans, 40 meters. The steel wire system (called estais) will be used in the 268 meters that collapsed (two spans of 134 meters each). This way it will be possible to eliminate four pillars structures that, according to the local government, made it difficult to navigate the area.

Source: Agência Brasil

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Parte de ponte na Alça Viária cai no rio Moju, no Pará

A Secretaria de Transportes do Pará informou que usará um sistema de cabos de aço de sustentação, como forma de restaurar o trecho da ponte sobre Rio Moju, que desabou no sábado, dia 6, após ter um de seus pilares atingido por uma balsa. O acidente isolou os produtores de soja do polo de Paragominas.

O local fica próximo à entrada do município de Acará, no nordeste do Pará, que fica a cerca de 60 km de Belém. A região conta com aproximadamente 340 mil hectares de lavouras de soja, que dependem desta ponte para escoar o produto. Segundo o presidente da Associação dos Produtores de Soja do Pará (Aprosoja Pará), Vanderlei Ataídes, a colheita começou há 10 dias e as chuvas constantes e a falta da ponte podem fazer com que produtores nem colham o grão e ele apodreça no campo.

O governador do Estado, Helder Barbalho, prometeu tentar alternativas o quanto Segundo a Aprosoja, é essencial outras alternativas urgentes, como balsas para que a soja seja escoada ao porto, liberando assim os armazéns que já estão bastante lotados. De acordo com o governo do Pará, os trabalhos serão mantidos até que eventuais vítimas sejam localizadas.

Entenda o caso:

De acordo com o governo do Pará, o trecho destruído utilizava um sistema de pilares convencionais, com vão central de 80 metros e vãos menores, de 40 metros. O sistema de cabos de aço (chamado de estais) será usado nos 268 metros que desabaram (dois vãos de 134 metros cada). Dessa forma será possível eliminar quatro estruturas de pilares que, segundo o governo local, dificultavam a navegação na área.

Fonte:Agência Brasil

 

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