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25/03/2019
Grupo formado por Raízen, Ipiranga e BR vence leilões de áreas em Vitória e Cabedelo
Consórcios formados pelas empresas Raízen, BR Distribuidora e Ipiranga venceram os quatro leilões de áreas portuárias para movimentação de graneis líquidos promovidos pelo Governo Federal nesta sexta-feira, dia 22 de março, realizados na sede da bolsa de valores B3, em São Paulo. O prazo de concessão de todas as áreas é de 25 anos e os lances somaram R$ 234,529 milhões. Além do grupo vencedor, apenas o Terminal de Armazenagem da Paraíba (Teapa) registrou outros lances ao longo dos leilões, mas não obteve sucesso. Coletiva de imprensa do Ministério da Infraestrutura O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, comemorou os resultados e afirmou que os leilões superaram "nossa expectativa e reafirmam a confiança do mercado na condução da política econômica do governo Jair Bolsonaro". Segundo ele, o valor arrecadado com as outorgas não é o principal objetivo das concessões. A prioridade da gestão da pasta é incentivar investimentos pela iniciativa privada, aprimorar a logística em território nacional e estruturar novos projetos no setor. O maior valor arrecadado foi com a concessão da área VIX-30 no Porto de Vitória, capital do Espírito Santo. Com o nome de Consórcio Navegantes logística, o grupo formado pelas três companhias ofertou R$ 165 milhões, sem registro de outros interessados pelo arrendamento. De acordo com o Ministério, o terreno é novo (greenfield), não conta com estrutura física e exige R$ 128 milhões em investimentos pelos arrendatários. Os outros três terminais concedidos (AI-1, AE-10 e AE-11) são áreas já estruturadas, todas localizadas no Porto de Cabedelo, na Paraíba. Com esses arrendamentos, os cofres públicos receberão R$ 54,529 milhões. Tarcísio informou que seis outros terminais portuários instalados no estado do Pará serão leiloados no próximo dia 5 de abril e que a equipe técnica do Ministério está finalizando os editais para arrendamentos envolvendo os importantes portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR). O secretário de Portos, Diogo Piloni, afirmou que o Brasil poderá contar com contratos mais modernos, voltados para aumentar a produtividade da atividade portuária. "Temos que dar resposta à expectativa de crescimento da economia. E a logística é um meio para que se dê vazão a esse crescimento econômico". Fonte: Portogente

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