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12/03/2021
IBGE eleva estimativa para a colheita recorde de grãos em 2021 para 263,1 milhões de toneladas

A colheita de grãos deverá alcançar o recorde de 263,1 milhões de toneladas em 2021, 9 milhões de toneladas a mais (3,5%) que no ano passado, segundo novas estimativas 2020 divulgadas há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com a previsão anterior, divulgada em fevereiro, houve aumento de 0,3%, 908,4 mil toneladas.

Ante a safra colhida em 2020, o IBGE espera altas na produção de soja (7,3%, para 130,4 milhões de toneladas), e de milho (0,3%, para 103,5 milhões de toneladas) - é esperada queda de 2,9% na primeira safra do cereal e aumento de 1,4% na segunda.

Já as produções de algodão herbáceo e de arroz em casca deverão registrar quedas - de 16,5% e 0,7% respectivamente, para 5,9 milhões de toneladas e 11 milhões de toneladas.

A pesquisa anunciada hoje também apresenta incrementos em relação às estimativas de fevereiro para o trigo (16,8%, ou 965,8 mil toneladas), café canephora (12,1% ou 98,1 mil toneladas), cevada (9% ou 32,9 mil toneladas), aveia (2,2% ou 21,3 mil toneladas), café arábica (1,6% ou 30,6 mil toneladas), milho 2ª safra (0,3% ou 262,8 mil toneladas) e soja (0,1% ou 117,2 mil toneladas).

Entretanto, são observados declínios na produção de arroz (0,1%, ou 8,8 mil toneladas), feijão 3ª safra 0,1%, ou 810 toneladas), feijão 2ª safra (0,7%, ou 8,6 mil toneladas), tomate (1,2%, ou 46 mil toneladas), milho 1ª safra (1,7%, ou 441,3 mil toneladas) e feijão 1ª safra (3,6%, ou 46,8 mil toneladas).

O novo levantamento do IBGE aponta que a área total a ser colhida em 2021 é de 67 milhões de hectares, 2,3% mais que em 2020 (acréscimo de 1,5 milhão de hectares).

O IBGE detalhou ainda que arroz, milho e soja representam 93,1% da estimativa da produção e respondem por 87,7% da área a ser colhida. Em relação a 2020, são projetados aumentos de 3,4% na áreaa total de produção de milho (3,3% na primeira safra e 3,4% na segunda); de 3,1% na área de soja e de 0,2% na do arroz. Por outro lado, a estimativa é de queda de 11,3% na área do algodão herbáceo.

Fonte: Valor

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